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Comitês Comitê de Engenharia Nuclear

Comitê de Engenharia Nuclear

Área: Engenharia Nuclear

Data de Criação: 12/2010

Comitê Executivo Atual:

Su Jian (Secretário Executivo), UFRJ – [email protected]
Alberto Ramon Ferreira Teixeira (UFRJ)
Antonio Jose da Silva Neto (IPRJ)
Camila Braga Vieira (UFRJ)
Cynthia Feijo Segatto (UFRGS)
Daniela Buske (UF Pelotas)
Deise Helena Kullmann (UFRJ)
Eduardo Gomes Dutra do Carmo (UFRJ)
Eduardo Hwang (UFRJ)
Jefferson Gomes (Imperial College)
José Luiz Horacio Faccini (IEN/CNEN)
José Pontes (UFRJ)
Jurandyr de Souza Cunha Filho (FAETEC/RJ)
Leandro Valente Costa (UFRJ)
Letícia Jenisch (UFRGS)
Liliane Basso Barichello (UFRGS)
Marco Túllio Menna Barreto de Vilhena (UFRGS)
Nilson Costa Roberty (UFRJ)
Paulo Augusto Berquó de Sampaio (IEN/CNEN)
Paulo Fernando Frutuoso de Melo (UFRJ)
Renato Machado Cotta (UFRJ)
Sergio Viçosa Möller (UFRGS)
Su Jian (UFRJ)
Wanderley Freitas Lemos (UFRJ-Nuclear)

 

Histórico:

Para que o crescimento econômico e social do Brasil aconteça de forma continuada é preciso garantir um suprimento adequado de energia para sociedade. A ausência deste suprimento provocará estagnação econômica, comprometendo a geração de empregos e o aumento da renda da população. Além disso, é importante lembrar que ainda há localidades no País onde sequer chega a energia elétrica. E quando esta chega, logo surgem as demandas por geladeiras, eletrodomésticos e outros aparelhos ligados à vida moderna. O anseio pelo conforto trazido pela eletricidade é uma demanda profundamente relacionada aos conceitos de cidadania e inclusão social.

Para viabilizar o crescimento econômico e o aumento do consumo per capita de energia, a capacidade de geração instalada no país precisa crescer de forma expressiva. Por outro lado, mantida a atual estrutura da matriz energética brasileira, tal crescimento terá necessariamente forte impacto nas questões de recursos hídricos, do uso da terra e da preservação do meio ambiente.

Considerando o panorama mundial, observa-se hoje uma crescente preocupação com a liberação de gás carbônico para a atmosfera e com os conseqüentes problemas do efeito estufa e aquecimento global. Iniciativas internacionais, como o Tratado de Kioto, procuram reduzir tais emissões pelos países signatários, visando a minimizar a possibilidade de alterações climáticas de conseqüências econômicas e sociais catastróficas.

A realidade brasileira mostra a necessidade de novas usinas geradoras de energia, onde desempenham papel muito importante as usinas hidrelétricas. Neste contexto, existem problemas ambientais não resolvidos e que têm levado a atrasos no início das obras. Como são obras de grande porte, estes atrasos se farão sentir daqui a alguns anos. O Governo Federal tem sinalizado com a possibilidade de optar pela geração de origem nuclear em virtude dessas dificuldades. A opção por novas usinas significa a opção por reatores de terceira geração, cujos projetos são bem mais avançados que os das usinas de Angra. O Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) autorizou a Eletronuclear a estudar a implantação de uma usina (Nordeste) com entrada em operação prevista entre 2015 e 2020.

A interação da ABCM com o setor nuclear brasileiro é tão longo como a sua 35 anos de história. Um grande número de profissionais de engenharia mecânica, muitos deles membros eminentes da ABCMd, foram formados durante o Programa Nuclear Brasileiro, que resultou a construção das usinas nucleares Angra 1 e Angra 2. Com a retomada da construção da usina Angra 3 e a previsão de construção de pelo menos 4 usinas nucleares, a demanda de novos profissionais pelo setor nuclear crescerá significantemente.

Os membros da ABCM que atuam na área nuclear têm feito esforços nos últimos anos para buscar uma maior aproximação com o setor nuclear através da organização de Simpósios de Engenharia Nuclear e Aplicações nos congressos da ABCM, como ENCIT2008, COBEM2009 e ENCIT2010, com crescentes números de participantes e maior volume de patrocínio advindo das empresas do setor nuclear. No ENCIT2010, há uma palestra convidada da Eletronuclear na Cerimônia de Abertura, e seis palestras convidadas no Simpósio de Engenharia Nuclear e Aplicações, sendo duas pela INB e uma pela Comissão Nacional de Energia Nuclear. O volume de patrocínio do setor nuclear para o ENCIT2010 é maior que a soma de patrocínio de todas empresas de outros setores.

Consideramos oportuno a criação do Comitê Técnico de Engenharia Nuclear, visando intensificar a atuação da ABCM na retomada do investimento no setor nuclear brasileira, atendendo a demanda de pesquisa científica, desenvolvimento tecnológico e formação de recursos humanos qualificados. O Comitê Técnico será responsável pela organização de Simpósios de Engenharia Nuclear nos principais congressos da ABCM, buscar patrocínios das empresas do setor nuclear para os congressos, representar a ABCM perante a ABEN – Associação Brasileira de Energia Nuclear,e internacionais atuantes na área, como a ASME (que possui uma divisão de Engenharia Nuclear),p romover Cursos e Escolas, e arregimentar novos associados entre profissionais e estudantes do setor nuclear.

 

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