Eventos Anais de eventos
COBEF 2017
Congresso Brasileiro de Engenharia de Fabricação
ESTUDO DO DESGASTE EM MICROFRESAS
Submission Author:
Adriana Bruno Norcino , SP
Co-Authors:
Alessandro Rodrigues, Flávio Henrique Manarelli, Renato Goulart Jasinevicius
Presenter: Adriana Bruno Norcino
doi://10.26678/ABCM.COBEF2017.COF2017-0564
Abstract
Com a evolução do processo de miniaturização de peças é necessário que ocorra o aumento da qualidade das peças fabricadas, pois retrabalhos, de um modo geral, não são aceitáveis. A microusinagem não pode ser entendida apenas em função da redução da escala já que essa redução não implica na diminuição do tamanho do grão do material a ser usinado. Devido às pequenas dimensões e tolerâncias no microfresamento compreender os mecanismos governantes de avarias e/ou desgastes de microfresas serve de guia para predição de características da peça, tais como rugosidade, energia especifica de corte e rebarba, por exemplo. Este artigo quantifica os desgastes de flanco na aresta primaria além de avarias nas arestas primárias e secundarias, no microfresamento de quatro materiais com diferentes microestruturas. Diferentes níveis de avanço por dente (fz), sob o mesmo comprimento de corte usinado foram adotados nos ensaios. Os ensaios foram conduzidos em um centro de usinagem CNC, adotando simultaneamente corte concordante e discordante sem aplicação de fluido lubrirrefrigerante. Utilizou-se fresas de carbeto de tungstênio revestidas de TiAlN, diâmetro 1,0 mm e duas arestas. O desgaste de flanco foi medido na superfície primária de folga da fresa. Os resultados mostraram que os níveis de desgaste na aresta de corte primária foram menores nos materiais com grãos refinados. E que na superfície secundaria de corte avarias foram potencializadas no material com microestrutura com diferentes fases.
Keywords
Microfresamento, Desgaste da ferramenta, grãos ultrafinos

