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COBEF 2017
Congresso Brasileiro de Engenharia de Fabricação
ANÁLISE DOS ESFORÇOS DE CORTE NO TORNEAMENTO DO AÇO ENDURECIDO ABNT 52100
Submission Author:
José Edmilson Martins Gomes , MG
Co-Authors:
Étory Madrilles Arruda, José Veríssimo Ribeiro de Toledo, Gilbert Silva, João Roberto Ferreira
Presenter: Étory Madrilles Arruda
doi://10.26678/ABCM.COBEF2017.COF2017-0295
Abstract
Com a evolução dos processos de usinagem, no que tange ao desenvolvimento de máquinas-ferramentas mais rígidas e precisas à altas rotações, e de materiais para ferramentas de corte mais duros e resistentes ao desgaste em altas temperaturas, atualmente é possível tornear materiais endurecidos, o que há alguns anos só podiam ser usinados por retificação. O torneamento de materiais endurecidos, quando comparado à retificação, pode apresentar algumas vantagens, como: possibilidade de não usar fluido de corte, eliminação de etapas do processo de fabricação, aumento da produtividade, baixo consumo de energia por volume de material usinado e possibilidade de realizar várias operações numa mesma fixação, garantindo as características geométricas da peça e reduzindo o tempo de usinagem. O objetivo deste trabalho consistiu em analisar os esforços de corte provenientes da operação de torneamento a seco do aço ABNT 52100 endurecido (60 ± 2 HRC), utilizando a metodologia de superfície de resposta. As ferramentas de corte utilizadas foram insertos de cerâmica mista (Al2O3 + TiC) revestidos com TiN e as variáveis de entrada foram a velocidade de corte, o avanço da ferramenta e a profundidade de usinagem. Desta forma, pôde-se verificar que todas as variáveis de entrada apresentaram influência sobre os esforços de corte. A força passiva apresentou a maior componente entre os esforços de corte, sendo seguida pela força de corte e pela força de avanço, respectivamente. Os menores esforços de corte foram obtidos utilizando baixos valores de avanço, profundidade de usinagem e velocidade de corte.
Keywords
torneamento duro, aço ABNT 52100, Esforços de corte, metodologia de superfície de resposta

