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COBEF 2017
Congresso Brasileiro de Engenharia de Fabricação
COMPARAÇÃO ENTRE VELOCIDADE DE CORTE CONSTANTE E VARIÁVEL NO PROCESSO DE FRESAMENTO DE SUPERFÍCIE ESFÉRICA COM FERRAMENTA TOROIDAL
Submission Author:
Roberto Giani Pattaro Junior , SP
Co-Authors:
Anderson Aguiar
Presenter: Roberto Giani Pattaro Junior
doi://10.26678/ABCM.COBEF2017.COF2017-0028
Abstract
A usinagem caracterizada pelo processo de fresamento permite obter várias formas geométricas por meio de aplicação de diferentes estratégias, na qual se utiliza uma ferramenta de corte denominada fresa. A fresadora trata-se de um equipamento utilizado para o fresamento, a operação consiste na utilização da fresa, que terá um movimento de rotação sobre seu próprio eixo, e que combinam movimentos concomitantes dos eixos da máquina com a ferramenta gerando a remoção progressiva de material a fim de obter a forma geométrica desejada. A utilização dos softwares para se programar esses movimentos, permitiu um aumento na complexidade dos produtos e, consequentemente as ferramentas também acompanharam as evoluções tecnológicas, principalmente na aplicação da manufatura de moldes e matrizes, sendo as ferramentas mais utilizadas neste processo as fresas de topo esférico e também as fresas de topo com raio de ponta conhecida como fresa toroidal. O emprego da usinagem com fresa toroidal ou esférica em conjunto com movimento simultâneo de dois ou três eixos, apresenta uma variação do diâmetro de contato da ferramenta chamado de diâmetro efetivo de corte. As configurações da velocidade de corte e velocidade de avanço nas fresadoras são baseadas no diâmetro da fresa e não pelo diâmetro efetivo de corte, o que faz com que a fresa trabalhe com velocidades de corte diferente durante uma usinagem de superfície esférica, interferindo diretamente na vida útil da ferramenta, acabamento superficial e nos tempos de usinagem. Com base nesta problemática, o objetivo geral tratou de evidenciar as possíveis vantagens obtidas por meio da utilização de um programa parametrizado, no que terá as correções de rpm de acordo com o diâmetro efetivo de contato e compará-los com a usinagem proveniente da programação convencional, onde terá rpm constantes. Serão usinados corpos de prova por meio dos dois processos analisando as variações de vida de ferramenta, acabamento superficial e tempo de usinagem. Os testes experimentais demonstraram que o desgaste da ferramenta ficou uniforme na situação de velocidade de corte constante que implicaram no aumento da vida da ferramenta e o acabamento manteve-se nos níveis aceitáveis para o processo.
Keywords
Parametrização, Velocidade de Corte, Diâmetro Efetivo de Corte

