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COBEF 2021
11th Brazilian Congress on Manufacturing Engineering
Avaliação da geometria de furos cegos no fresamento orbital para medição de tensões residuais com fresas de topo reto
Submission Author:
Jônatas Juliano Verwiebe , SC , Brazil
Co-Authors:
Jônatas Juliano Verwiebe, Rodrigo Blödorn
Presenter: Jônatas Juliano Verwiebe
doi://10.26678/ABCM.COBEF2021.COB21-0284
Abstract
Com a contínua necessidade humana de construir maiores e melhores estruturas, torna-se de grande importância a medição das tensões residuais no interior destas, visando evitar falhas estruturais. Existem diversas maneiras de realizar estas análises, dentre elas, o Método do Furo Cego (MFC) tornou-se uma importante forma de análise devido à sua facilidade de execução, baixo custo e precisão dos resultados, visto que outras técnicas possuem limitações em alcançarem a geometria estabelecida por norma para este tipo de furo. Este trabalho visa analisar a geometria de furos cegos usinados comumente na análise de tensões residuais, onde busca-se atender a norma vigente (ASTM E 837-13a (2013)). Para esta análise, o método de usinagem do furo cego utilizado foi o fresamento incremental orbital (FIO) com diferentes valores de profundidade, diâmetro e incrementos laterais de corte (0,88 e 0,44 mm), mantendo a razão máxima z/d de 0,250, onde z é a profundidade e d o diâmetro do furo. Utilizou-se os parâmetros de rotação de 5 000 rpm, com velocidades de avanço da mesa e do eixo vertical variando entre 60 e 100 mm/min, em um centro de usinagem Romi D600, sendo que para a usinagem utilizou-se fresas de topo reto de 4 mm de diâmetro, fabricadas de metal-duro e revestidas com TiSiN, além de analizar-se o uso de ar comprimido como meio de resfriamento e fonte de auxílio para o escoamento de cavaco. Neste cenário, maiores incrementos de corte se mostraram úteis na formação da geometria do furo.
Keywords
Usinagem, geometria, Furo cego, Parâmetros
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