LOGIN / Acesse o sistema

Esqueceu sua senha? Redefina aqui.

Ainda não possui uma conta? Cadastre-se aqui!

REDEFINIR SENHA

Insira o endereço de email associado à sua conta que enviaremos um link de redefinição de senha para você.

Ainda não possui uma conta? Cadastre-se aqui!

Este conteúdo é exclusivo para membros ABCM

Inscreva-se e faça parte da comunidade

CADASTRE-SE

Tem uma conta?

Torne-se um membros ABCM

Veja algumas vantagens em se manter como nosso Associado:

Acesso regular ao JBSMSE
Boletim de notícias ABCM
Acesso livre aos Anais de Eventos
Possibilidade de concorrer às Bolsas de Iniciação Científica da ABCM.
Descontos nos eventos promovidos pela ABCM e pelas entidades com as quais mmantém acordo de cooperação.
Estudantes de gradução serão isentos no primeiro ano de afiliação.
10% de desconto para o Associado que pagar anuidade anntes de completar os 12 meses da última anuidade paga.
Desconto na compra dos livros da ABCM, entre eles: "Engenharia de Dutos" e "Escoamento Multifásico".
CADASTRE-SE SEGUIR PARA O VIDEO >

Tem uma conta?

Eventos Anais de eventos

Anais de eventos

COBEF 2021

11th Brazilian Congress on Manufacturing Engineering

DESGASTE EM MICROFRESAS NO FRESAMENTO FRONTAL

Submission Author: Flávio Henrique Manarelli , SP
Co-Authors: Flávio Henrique Manarelli, Adriana Bruno Norcino, Alessandro Rodrigues
Presenter: Flávio Henrique Manarelli

doi://10.26678/ABCM.COBEF2021.COB21-0219

 

Abstract

A microusinagem é um dos processos de fabricação capaz de produzir produtos ou geometrias com precisão e complexidade com detalhes menores que 1 mm, e nesse contexto surge o desafio de se estudar a interação peça-ferramenta, visando aprimorar o desempenho do processo de usinagem e dos produtos microfabricados. Este trabalho objetiva correlacionar a influência da estratégia de usinagem, o avanço da ferramenta e tamanho médio de grão do material da peça com os níveis de desgaste e energia específica de corte no microfresamento de topo. Os ensaios foram realizados em um Centro de Usinagem ROMI D 600, com a adaptação de um cabeçote de alta rotação, variando a estratégia de usinagem em corte em cheio (CCH) e corte em face (CF); o avanço por dente em 3 e 10 μm/z. A velocidade de corte e profundidade de usinagem foram mantidas constantes em 60 m/min e 160 μm, respectivamente. Foi empregada uma microfresa de topo na usinagem a seco, com diâmetro de 800 μm e raio de aresta de 1,9 μm. O aço COS AR60 como recebido com tamanho de grão de 11μm e o com grãos ultrafinos (GUF), com tamanho médio de grão de 0,7 μm foram microfresados, executando três observações para cada condição de usinagem, visando aplicação da Análise de Variância. Os resultados indicam que o desgaste da microfresa e a variação da energia específica de corte independe do material usinado, ou seja, do processo de refino do grão. Por outro lado, a estratégia de corte em face promove maiores níveis de desgastes devido ao impacto da ferramenta durante o corte na formação do cavaco, e não pelo efeito de sulcamento. Porém, o efeito de sulcamento faz com que os fatores estratégia de corte e avanço, bem como suas respectivas interações, sejam significativos na energia específica de corte.

Keywords

Microusinagem, Microfresamento, desgaste, Energia específica de corte, Sulcamento

 

DOWNLOAD PDF VIEW PRESENTATION

 

‹ voltar para anais de eventos ABCM