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COBEF 2019
COBEF 2019
IMPACTO DA RUGOSIDADE INICIAL DO ELETRODO NO RESULTADO DE TRABALHO DO PROCESSO DE ELETROEROSÃO POR PENETRAÇÃO
Submission Author:
Denis Boing , SC
Co-Authors:
Felipe Schell Russi, Igor Teixeira, Luiz Carlos Santana de Freitas, Denis Boing
Presenter: Luiz Carlos Santana de Freitas
doi://10.26678/ABCM.COBEF2019.COF2019-0541
Abstract
A usinagem por descargas elétricas (EDM) tem como particularidade a capacidade de usinar geometrias complexas em materiais (condutores de eletricidade) com dureza elevada, por meio da fusão provocada por descargas elétricas intermitentes entre o eletrodo ferramenta e a superfície a ser usinada. Este trabalho tem como objetivo avaliar o impacto da rugosidade inicial do eletrodo, na rugosidade do eletrodo após a usinagem, na rugosidade da superfície erodida e no volume de desgaste do eletrodo. Os eletrodos foram fabricados com cobre eletrolítico e foram utilizadas três diferentes topografias iniciais, usinado com avanço de 0,05; 0,2 mm, e polido. O material do corpo de prova foi o aço AISI P20 – 23 HRC. Verificou-se que a rugosidade inicial do eletrodo (F020 (Sa = 2,46 ± 0,07 µm); F005 (Sa = 0,67 ± 0,04 µm); Polido (Sa = 0,60 ± 0,06 µm)) não possui efeito significativo com relação à rugosidade das superfícies nos eletrodos após o processo de EDM de (Sa = 0,82 ± 0,08 µm). O eletrodo F020 possuiu a maior taxa de desgaste (WRM= (1,85 ± 0,23) µm³) 18% maior que os desgastes das superfícies F005 e polido. A rugosidade do corpo de prova (Sa = 1,74 ± 0,07 µm) ficou em média 56% maior que a média obtida em relação ao eletrodo após o processo de EDM.
Keywords
Eletroerosão, Eletrodo, rugosidade, desgaste

